Experiências em Santiago do Cacém

Natureza e experiências locais em Santiago do Cacém



No Cerro da Campaniça, a sua estadia vai além do alojamento. Descubra uma combinação de vida no campo, tradições locais e paisagens costeiras que tornam esta região do Alentejo única.

O Cerro respira natureza

Estamos localizados em ambiente verdadeiramente rural e natural. Várias espécies representativas da fauna Ibérica são nossas visitantes e nas redondezas o mar acompanha-nos. À nossa volta, trilhos no montado onde os rebanhos de gado percorrem a planície Alentejana.

Na nossa herdade os residentes de quatro patas fazem as maravilhas dos mais novos. Um rebanho de cabras e porcos que percorrem o montado em busca dos frutos que a floresta lhes oferece. Também cooperamos com as abelhas, e trocamos o trato e a dedicação por mel para adoçar a boca aos nossos convidados.
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Destaques em Santiago do Cacém



Santiago do Cacém oferece uma paisagem diversificada onde o campo encontra a costa atlântica. Entre natureza e atrações locais, a região é ideal para descobrir o verdadeiro Alentejo.
Cove costeira paradisíaca com areia dourada, águas turquesas, penhascos rochosos e escadas de madeira perto de Santiago do Cacém

Praias de Porto Covo e Sines



A apenas 15–20 minutos, estas praias são conhecidas pela sua beleza natural e águas limpas. Ideais para dias relaxantes junto ao mar ou caminhadas costeiras.
Vista pitoresca da praia costeira com ondas e costas rochosas perto de Cerro da Campaniça, Santiago do Cacém

Praia de São Torpes



Conhecida pelas águas calmas e extenso areal, São Torpes é ideal para nadar e relaxar à beira-mar. Uma excelente opção para famílias e dias de sol.
Coquetel refrescante com lima na pousada Cerro da Campaniça em Santiago do Cacém, Portugal

Destilaria Black Pig



Visite esta destilaria de gin premiada perto de Santiago do Cacém. Descubra o processo de produção local e desfrute de provas num ambiente moderno e distinto.
Girafas alimentando-se de ramos de acácia em Cerro da Campaniça, Santiago do Cacém

Badoca Safari Park



A cerca de 15 km, este parque safari oferece uma experiência única com animais africanos como girafas, zebras e antílopes. Uma atividade memorável para todas as idades.
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Cidades mais próximas



As cidades mais próximas oferecem uma rica combinação de história, cultura e beleza natural. Do antigo património romano às paisagens costeiras deslumbrantes, essas cidades são perfeitas para quem busca explorar marcos históricos, desfrutar de praias tranquilas e vivenciar o charme da vida rural.

Santiago do Cacém



Originariamente povoado pré-celta foi romanizado até ao período pós-imperial, mais concretamente desde o séc. I a.C. até ao séc. V d.C., tornando-se inclusive a principal cidade romana da costa ocidental a sul do Tejo. Salatia Imperatoria ou Mirobriga Celtici (os estudiosos dividem-se na designação) possuía um fórum com o seu templo, imponentes termas ou balneários e (a 1 km de distância) o único hipódromo romano conhecido em Portugal.


Terá sido por volta de 712 e já após o declínio de Miróbriga que os mouros atingiram o território, edificando o castelo na colina defronte; A ocupação moura prolongou-se até ao séc. XII e muitas batalhas pela reconquista se travaram no território até que, em 1217, voltou definitivamente à posse dos cristãos, tendo D. Afonso II confirmado a doação de seu pai à Ordem dos Espatários.


 Actualmente tem 8 freguesias, incluindo a histórica vila de Alvalade, detentora de foral manuelino.


Curiosidades

O primeiro Rolls Royce que veio para Portugal, veio também para Santiago do Cacém, propriedade de José Sande Champalimaud; – O registo n.º 1 para automóveis, passado pelo Ministério das Obras Públicas em 1904 para Santiago do Cacém, em nome de Augusto Teixeira de Aragão.


a) A cerca de 15 km do cerro da Campaniça

O Badoca Safari Park é um parque temático com uma área de 90 hectares, que convida os amantes da natureza a passar um dia diferente e a conhecer a beleza da vida animal, em plena liberdade. Localizado no Alentejo, em Vila Nova de Santo André, entre a planície e o mar, a pouco mais de 1 hora de Lisboa, o parque conta atualmente com


cerca de 600 animais, num total de mais de 80 espécies distintas. Durante o Safari vemos e aprendemos mais sobre muitos animais selvagens em habitat natural como zebras, girafas, búfalos, orixes ou gnus, mas no parque habitam também aves exóticas e de rapina, primatas, lémures, suricatas, cangurus, e muitos mais – todos eles à sua espera!


O parque conta com várias atividades, passeios, apresentações de animais e zonas de restauração, para que possa passar um dia em cheio em contacto com a natureza e vários animais.


A CERCA DE 15 KM

b) Parque Temático Black Pig

Onde as fusões dos botânicos destilados no alambique de cobre tradicional dão vida

ao gin mais premiado da Europa. Uma produção artesanal e controlada, onde as garrafas

são rotuladas e engarrafadas manualmente. 

PARQUE NATURAL DA COSTA ALENTEJANA



Falésias costeiras e praia arenosa com ondas em Cerro da Campaniça, Santiago do Cacém, Portugal

O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina tem um clima mediterrânico com forte influência marítima. Assim, os verões são amenos a quentes com máximas entre os 23ºC e os 29ºC, melhor época do ano para usufruir das praias. Não é, por isso, de espantar que muitos rumem à Costa Vicentina para se refrescarem naqueles dias de calor tórrido pelos quais o Alentejo é conhecido. Por isso, os meses de junho, julho e agosto são os mais populares.


Para além da praia, das singulares arribas de areia sob uma gigante laje de pedra que se vai partindo e despenhando, encontra o altivo Forte da Nossa Senhora da Queimada saudosa do seu parceiro de defesa, o arruinado Forte de Santo Alberto na ilha do Pessegueiro. A ilha do Pessegueiro, essa há de sempre permanecer no nosso imaginário, mística e “inalcançável”.

PORTO COVO



Porto Covo continua a ser a simpática povoação de pescadores, de pequenas casas brancas, que foi recuperada pelo Marquês de Pombal depois do terramoto de 1755.


A visita vale bem a pena pelas belas praias escarpadas e escondidas que se encontram ao longo da costa. Durante o verão muitos visitantes ocorrem a esta zona para recuperar forças, encontrando a calma e a tranquilidade perdidas no tempo.


A cerca de 250 metros ao largo de Porto Covo, avista-se a abandonada Ilha do Pessegueiro, fonte de inspiração para os mais poéticos. Aí encontraram-se vestígios de ocupação cartaginesa durante o séc. III a.C. e de ocupação romana, nomeadamente tanques de salga de peixe, mas a tradição e o imaginário falam-nos de um refúgio de piratas ao longo dos séculos.


Atualmente, podem ver-se ruínas de um forte construído no séc. XVII que, juntamente com uma fortaleza gémea em Porto Covo, defendiam esta parte da costa. Os mais corajosos, podem tentar ir até à ilha, mas com cuidado, pois não existem visitas organizadas.

VILA NOVA MIL FONTES



Numa visita a Vila Nova de Milfontes recomendam-se, naturalmente, as praias, um passeio de barco pelo rio Mira ou, numa aventura todo-o-terreno, um passeio pela serra. Dentro da vila, a não perder o forte de São Clemente e respetiva barbacã, a igreja matriz e a Capela de São Sebastião.


Esta é das freguesias mais antigas do concelho e, talvez, a mais conhecida. Fundada por decreto real de D. João II em 1486, Vila Nova de Milfontes foi concelho, agregado posteriormente a Odemira, por altura das reformas administrativas do século XIX. A vila cresceu junto da foz do rio Mira, desenvolvendo-se a partir do porto flúvio-marítimo, tendo durante vários séculos constituído mesmo um anteporto de Odemira.


A vila teve durante séculos uma história atribulada, perante os perigos vindos do mar: a pirataria e o corso. Episódio de registo foi em 1590, quando um poderoso ataque de corsários destruiu a povoação.

Perante a necessidade de segurança da vila e da navegação, foi construído o forte de São Clemente, entre 1599 e 1602, no tempo do rei D. Filipe II.


Vila Nova de Milfontes está ligada ao grande feito da aviação portuguesa que foi a primeira travessia área entre Portugal e Macau, realizada por Brito Paes e Sarmento Beires. Foi a 7 de abril de 1924 que os pilotos partiram do Campo dos Coitos, junto a Milfontes, rumo ao Oriente. Em homenagem aos aviadores e ao seu feito histórico, foi erguido na Praça da Barbacã, junto ao forte, um monumento que recorda a heroica viagem. Note-se que o Comandante Brito Paes era natural do concelho, mais concretamente de Colos.


As suas praias caracterizam-se pela vasta extensão dos areais, ao contrário das praias das outras freguesias, escondidas entre as falésias. Destaque para as praias dos Aivados (o limite norte do concelho de Odemira), Malhão e, junto à vila, as praias do Farol, Franquia e Furnas.

Numa visita a Vila Nova de Milfontes recomendam-se, naturalmente, as praias, um passeio de barco pelo rio Mira ou, numa aventura todo-o-terreno, um passeio pela serra. Dentro da vila, a não perder o forte de São Clemente e respetiva barbacã, a igreja matriz e a Capela de São Sebastião.

CABO SARDÃO



Neste litoral de costa alta, é possível ver de perto a nidificação da cegonha-branca sem assustar estas aves icónicas. Os grandes ninhos empoleirados em falésias e palheirões são únicos no mundo. Em todo o planeta, a cegonha-branca só nidifica em zona costeira neste Sudoeste Alentejano.


Na baía do cabo, vive um casal de falcões-peregrinos que se vai mantendo de geração em geração naquele território. Com tempo e atenção, é possível espreitar os seus velozes voos, um eventual momento de caça ou mesmo a alimentação das suas crias no ninho ou em voo quando abandonam a plataforma onde nasceram. Mais algumas aves de rapina, mais pequenas, como os francelhos, também ali nidificam e caçam.


Entre as aves marinhas que podem ser observadas no cabo Sardão contam-se as gaivotas, as rolas-do-mar, os maçaricos, ou as duas espécies de corvos-marinhos que habitam em Portugal. A galheta, ou corvo-marinho-de-crista, é nidificante e é possível ver alguns ninhos ao longo deste território.


Nestas falésias, passam ou nidificam andorinhões, gralhas-de-nuca-cinzenta, corvos e muitas aves de pequeno porte como pardais, alvéolas, pintarroxos, picanços, entre outras.

COSTA VICENTINA



Somos associados da Associação ROTA VICENTINA EM PORTUGAL

Sudoeste de 110 Km de costa selvagem

São 110 km de costa selvagem e cerca de 75 mil hectares de área protegida, inseridos no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, constituído por um conjunto variado de habitats, alguns deles ainda pouco alterados, onde ocorrem diversas espécies de plantas endémicas e um grande número de espécies animais, com destaque para os anfíbios, aves e fauna marinha. Unida por duas regiões portuguesas de particular beleza, esta costa alia o romantismo e tranquilidade do Alentejo à única faixa litoral do Algarve verdadeiramente genuína e selvagem. Natureza, ruralidade, autenticidade e um clima ameno, temperado por mais de 300 dias de sol por ano, fazem desta região um destino imperdível para os amantes do turismo de natureza.


Quando visitar

A época recomendada para percorrer a Rota Vicentina é entre Setembro e Junho.

O Sudoeste de Portugal conta com um Verão muito quente, com temperaturas a subir acima dos 30º.


Os meses de Outono são geralmente mais amenos, com agradáveis temperaturas no mar e uma diminuição drástica na intensidade do vento.

No Inverno as temperaturas não descem abaixo dos 11º C durante o dia, sendo geralmente o período mais chuvoso do ano.


A partir de Março os dias solarengos intercalam com dias de aguaceiros e as temperaturas começam a subir. A paisagem renascida e a intensidade das cores e dos aromas, fazem da Primavera uma das melhores épocas do ano para visitar a região!

A Rota Vicentina alargou a sua oferta aos percursos cicláveis com uma rede oficial de trilhos para bicicletas todo-o-terreno e gravel. Aos caminhos rurais e de serra que podem ser usufruídos de bicicleta, juntam-se paisagens deslumbrantes, aldeias que parecem perdidas e pessoas que sentem estes trilhos como parte da sua herança. E é do concelho de Odemira que partem 38 percursos organizados em 5 núcleos e 6 portas de entrada. Para fazer devagar, ao sabor da vida no campo.


Percorre as principais vilas e aldeias num itinerário rural com vários séculos de história.

Constituído maioritariamente por caminhos rurais, trata-se de uma clássica Grande Rota


(GR), com troços de montado, serra, vales, rios e ribeiras, numa viagem pelo tempo, pela cultura local e pelos trilhos da natureza.


Em Fevereiro de 2016, o Caminho Histórico da Rota Vicentina foi distinguido com a Certificação Europeia “Leading Quality Trails – Best of Europe”, da responsabilidade de ERA (European Ramblers Association), integrando o lote exclusivo dos melhores destinos de caminhada na Europa. A ligação Sabóia » Odemira não está incluída nesta certificação. Sempre junto ao mar, seguindo os caminhos usados pelos locais para acesso às praias e pesqueiros. Trata-se de um single track percorrível apenas a pé, ao longo das falésias, com muita areia e por isso mais exigente do ponto de vista físico.


Um desafio ao contacto permanente com o vento do mar, à rudeza da paisagem costeira e à presença de uma natureza selvagem e persistente. 263 km em Percursos Circulares, com início e final no mesmo local.


Sinalética intuitiva para fazer todo o percurso em autonomia, nos dois sentidos.

24 Percursos Circulares de meio dia de caminhada com um máximo de 16 km.

Alojamento e outros serviços ao longo de todo o percurso.